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Medalius · Codex de Personalidades · São Marcelino (presbítero)
São Marcelino (presbítero)
⚠ Atribuição incerta
Período
Séc. III–IV
Lugar
Roma
Estado canônico
Santo
Personalidade · Atribuição incerta

São Marcelino (presbítero)

Séc. III–IV · Roma (via Casilina; Tor Pignattara)

São Marcelino, presbítero, e São Pedro, exorcista, sofreram o martírio em Roma durante a perseguição de Diocleciano. São lembrados porque, encarcerados, instruíam na fé os cristãos presos, e permaneceram venerados como mártires com o sepultamento inicialmente “escondido”.

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O que se sabe

Vida adulta e missão principal


Marcelino atuou como presbítero em Roma, onde se dedicou ao ministério de instrução na fé junto aos cristãos encarcerados. O Martírologio registra que ele e Pedro catequizaram inúmeras pessoas detidas na prisão antes de serem condenados e executados.


Lutas, controvérsias ou perseguições


Sob o governo de Diocleciano, Marcelino e Pedro foram acorrentados, submetidos a diversos tormentos e, por fim, decapitados por ordem do juiz Sérvio (também citado como Serenus). A execução ocorreu em um local conhecido na época como “Floresta Negra”, rebatizado posteriormente de “Floresta Branca” em memória dos mártires.

A tradição litúrgica situa o martírio em Roma, na Via Casilina, na localidade de Tor Pignattara, durante o período de perseguição violenta entre os anos 303 e 305.

A tradição hagiográfica preservada em fontes martirológicas acrescenta que, para evitar que os corpos fossem encontrados ou violados, as autoridades determinaram a ocultação do sepultamento. Mais tarde, os restos mortais foram recolhidos com devoção por fiéis locais.


Últimos anos e legado


O Martírologio afirma que os corpos foram sepultados em uma cripta próxima a São Tibúrcio. O Papa São Dâmaso compôs um epitáfio em verso para o túmulo e, de acordo com relatos históricos, ele próprio coletou os detalhes do martírio ainda jovem diretamente do carrasco que executou a sentença.

Atualmente, os dois mártires integram o culto litúrgico romano oficial: os nomes de Marcelino e Pedro são citados no Cânon Romano (Oração Eucarística I) e a memória de ambos é celebrada no dia 2 de junho.

Contexto

O contexto

Sob Diocleciano, a perseguição contra os cristãos incluiu prisões, tormentos e execução por decapitação. Nesse contexto, a memória litúrgica de Marcelino preserva o contraste entre a fragilidade humana diante do terror imperial e a perseverança cristã na instrução, mesmo quando encarcerados

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