Santa Crispina de Tagore
Mãe de família e mártir na Numídia, que, no tempo de Diocleciano e Maximiano, por se recusar a sacrificar aos ídolos, foi degolada por ordem do procônsul Anolino, sendo louvada por Santo Agostinho.
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O que se sabe
Matrona cristã da Numídia
Crispina era uma nobre mãe de família, natural de Tagora, na Numídia, no norte de África. Cristã de fé firme, viveu no tempo da grande perseguição dos imperadores Diocleciano e Maximiano, no início do século IV.
Diante do procônsul
Conduzida ao tribunal do procônsul Anolino, foi intimada a sacrificar aos deuses, como mandavam os éditos imperiais. Crispina recusou com firmeza, declarando que só adorava o único Deus verdadeiro, e nem as ameaças nem a humilhação a fizeram vacilar na fé.
Martírio e memória
Por ordem do procônsul, foi degolada em Tebessa (Teveste), na actual Argélia, no ano de 304. Santo Agostinho, que a venerava, recordou-a com louvor nos seus escritos e sermões. A sua festa celebra-se a 5 de Dezembro.
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